Segundo a sentença, mais de 17 mil unidades da picape Amarok saíram de fábrica com um programa que identificava quando o veículo estava sendo submetido a testes laboratoriais de emissão de poluentes. O sistema, então, reduzia artificialmente os níveis de óxidos de nitrogênio para enquadrá-los nos limites exigidos pelas normas ambientais. Na prática, os veículos emitiam poluentes acima do permitido.
