Turista espanhola é presa por injúria racial ao desembarcar no Aeroporto de Guarulhos


Ler Resumo

Resumo gerado por ferramenta de IA treinada pela redação da Editora Abril.

Uma turista espanhola foi presa pela Polícia Federal (PF) na madrugada desta quarta-feira, 24, ao desembarcar no Aeroporto Internacional de Guarulhos, na região metropolitana de São Paulo, por injúria racial. Passageiros do voo filmaram a mulher e disseram que ela afirmou que o atraso no desembarque ocorreu porque “só havia macacos” na parte de fora.

Procurada, a Polícia Federal informou por nota que “no desembarque de voo com origem em São Luís (MA), uma cidadã espanhola foi presa em flagrante por injúria racial, após relatos de passageiros de que teria proferido ofensas de cunho racial contra trabalhadores responsáveis pelo desembarque das bagagens”. A mulher chegou a São Paulo em um voo da Latam no final da noite de terça-feira, 23. Os passageiros tiveram que permanecer na aeronave por um atraso até que a escada para descida chegasse ao local. As falas criminosas, segundo testemunhas, foram feitas em voz alta pela mulher.

A pena para injúria racial — equiparada desde 2023 ao racismo — varia de 2 a 5 anos de prisão e consiste em ofender a honra de alguém com a utilização de elementos referentes à raça, cor, etnia, religião ou origem. 

Outros casos de prisões em Guarulhos

Entre a sexta-feira, 19, e segunda-feira, 22,  a Polícia Federal prendeu quatro pessoas por tráfico internacional de drogas e apreendeu 5 kg de metanfetamina no aeroporto. “A PF foi acionada pela Receita Federal que, em procedimento de rotina de inspeção aduaneira, identificou um brasileiro desembarcando de voo proveniente de Joanesburgo com conteúdo suspeito na bagagem. Ao verificar a mala, os policiais encontraram metanfetamina ocultos. O suspeito foi preso em flagrante, a droga foi apreendida e foi instaurado procedimento investigatório para identificar outros envolvidos”, disse nota da PF.

Em outra ação, policiais federais prenderam em flagrante três cidadãos nigerianos que tentavam embarcar para o país de origem deles, via Etiópia, com cocaína em cápsulas engolidas. Eles foram encaminhados ao hospital para supervisão médica durante o processo de eliminação das cápsulas, permanecendo sob escolta da Polícia Penal de São Paulo. Os investigados poderão responder pelo crime de tráfico internacional de drogas. No mesmo período, em ações distintas, quatro mandados de prisão foram cumpridos pelos crimes de furto qualificado, estelionato e associação criminosa, tráfico de drogas e furto.

Source link


Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *