A Central Nuclear Almirante Álvaro Alberto, complexo que abriga as usinas nucleares Angra 1, Angra 2 e Angra 3 não publica Relatórios de Monitoramento Radiológico Ambiental desde 2018.
O MPF abriu um inquérito na semana passada pra investigar esse apagão de dados que compromete a segurança de uma das regiões mais belas do litoral brasileiro.
O órgão também mira a Eletronuclear por decretar sigilo sobre dados de “relatórios de eventos não usuais e das informações da chamada escala INES, a Escala Internacional de Eventos Nucleares e Radiológicos, que classifica a gravidade de ocorrências atômicas em 7 níveis, divididos em incidentes (1 a 3) e acidentes (4 a 7).
Sobre o inquérito, a Eletronuclear enviou nota ao Radar:
“A Eletronuclear esclarece que a informação publicada nesta sexta-feira (31) pela revista Veja, na editoria Radar, segundo a qual a empresa teria deixado de encaminhar Relatórios de Monitoramento Radiológico Ambiental aos órgãos competentes, é incorreta e não corresponde aos fatos.
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