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Daniella Marques sugere substituição de carreiras pelo uso de IA e corte de até 18 ministérios

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Resumo gerado por ferramenta de IA treinada pela redação da Editora Abril.
Coordenadora da área econômica da campanha de Flávio Bolsonaro (PL-RJ) à Presidência, a economista Daniella Marques defendeu o enxugamento de estatais e ministérios em caso de eleição do filho primogênito de Jair Bolsonaro (PL). Durante o 25º Fórum Empresarial do Grupo Lide, a economista também ressaltou o compromisso assumido por Flávio em fazer uma espécie de “governo de transição”, no qual pretende levar à frente uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que ponha fim à reeleição.
Daniella, que é ex-presidente da Caixa Econômica, disse que um eventual governo de Flávio deve ter algo entre 20 e 25 ministérios — o que representaria um enxugamento, em relação às 38 pastas ministeriais atuais. Ainda sobre a redução dos gastos públicos, a economista afirmou que é preciso reavaliar carreiras que se tornaram ociosas pelo uso de Inteligência Artificial.
“Não me vejo em uma candidatura extremada. O que propomos é um governo de transição para as próximas gerações, com uma PEC de não reeleição, em que pretendemos reavaliar as estatais, conforme suas necessidades e produtividades. Hoje, a Esplanada não conta com um Centro de Serviço Compartilhado. Precisamos reavaliar carreiras operacionais em tempos de evolução da Inteligência Artificial para enxugar a máquina pública. Neste contexto, pensamos em algo entre 20 e 25 ministérios para um próximo governo”, afirmou.
Daniella centrou críticas à proposta que põe fim à escala 6×1.
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“É um debate populista e inócuo. Quem produz não vai ter condição. Não é a 6×1 o problema. É o fato de o cidadão não ter como discutir com o patrão. Defendo a liberdade”, afirmou.