Com estreia programada para o dia 8 de outubro, as primeiras impressões de ‘O Outro Lado das Redes‘ (The Social Reckoning), sequência de ‘A Rede Social‘, já foram divulgadas – e são, em sua maioria, positivas.
O novo filme está sendo descrito como uma “sequência sólida”, que tenta trilhar seu próprio caminho, mas que não consegue sair da sombra do clássico ‘A Rede Social‘.
Confira as reações dos críticos:
“Há uma certa ironia em ‘O Outro Lado das Redes’ ser culpado justamente daquilo que critica. Sem dúvida, falta a magia de David Fincher, e algumas atuações deixam a desejar. No fim das contas, é um filme que não empolga nem um pouco. É apenas ok.”
There’s an irony in #TheSocialReckoning being guilty of the very thing it’s criticising. Surely misses the Fincher magic and some of the acting is poor. All in all a shrug of a film. Like… ok. https://t.co/tKDq5KXs03
— Paul Klein 👾 (@paulkleinyoo) October 5, 2026
“‘O Outro Lado das Redes’ não é apenas uma sequência sólida; o filme justifica plenamente sua existência como uma crítica contundente ao atual estado turbulento da sociedade, tanto nos espaços físicos quanto nos digitais. Você detesta conteúdos feitos para gerar indignação (ragebait)? Pois este filme é a história de origem desse fenômeno e vai deixar você furioso quando os créditos subirem. Uma atuação densa e intensa de Mikey Madison. Uma atuação robótica de Jeremy Strong — e digo isso como um elogio. Jeremy Allen White entrega uma atuação comedida como Jeff Horwitz. O final beira o piegas e o roteiro de Aaron Sorkin é, mais uma vez, o ponto alto em comparação com a direção, mas ainda assim saí da experiência muito impressionado.”
As someone who went into this as a complete skeptic, I’m delighted to say that Aaron Sorkin has proven me wrong. Not only is The Social Reckoning a solid sequel, it completely justifies its existence as a scathing indictment of the current tumultuous state of society in both the physical spaces and the digital ones. You hate ragebait? Well this film is the origin story of ragebait, and will leave you feeling furious once the credits roll. Meaty work form Mikey Madison. Robotic work form Jeremy Strong – and I say that positively. Jeremy Allen White gives a measured performance as Jeff Horwitz. The ending verges on corny and Sorkin’s writing is once again the hero ingredient comparatively to his direction, but I still came away from this very impressed. Full review to follow.
#TheSocialReckoning— Luke Hearfield (@LukeHearfield) October 5, 2026
“Embora não alcance o nível da obra-prima ‘A Rede Social’, ‘O Outro Lado das Redes’ ainda conseguiu me prender totalmente. Uma construção gradual e constante conduz a um clímax que, como era de se esperar, fez meu sangue ferver. Longe de ser sutil, a obra funciona bem como um complemento à abordagem anterior de Aaron Sorkin sobre o Facebook.”
The Social Reckoning, while not the masterpiece that was The Social Network, still fully engaged me. A slow and steady build leads to a climax that suitably got my blood boiling. Hardly subtle, it works well as a companion piece to Aaron Sorkin’s prior look at Facebook. https://t.co/4AkZOqjrK1
— Joey Magidson (@JoeyMagidson) October 5, 2026
“Eu gostei de ‘O Outro Lado das Redes’, mas apenas porque o Aaron Sorkin sabe que, no cinema, tudo gira em torno do roteiro e do elenco, e ele está abordando um tema tão interessante quanto as origens do Facebook. Talvez não seja ‘A Rede Social’, mas ainda assim é muito bom.”
I actually liked The Social Reckoning, but that’s because Aaron Sorkin knows that filmmaking is ALL about the script and the cast, and he’s tackling a topic that’s just as interesting as the origins of Facebook. Maybe it’s no The Social Network, but it’s still very good.
— Edward Douglas (@EDouglasWW) October 5, 2026
“‘O Outro Lado das Redes’ é um drama de jornalismo investigativo à moda antiga, assinado por Aaron Sorkin, que examina os perigos e as manipulações do Facebook à medida que a empresa prioriza os lucros em detrimento das pessoas, impulsionada por um ritmo de crescimento alarmante. Como é típico de Sorkin, a narrativa avança com agilidade, atropelando fatos e números em velocidade vertiginosa e entregando diálogos espirituosos que ocasionalmente arrancam risadas — embora, na maioria das vezes, o riso venha da consciência de que não existe mundo onde seres humanos reais, seja online ou na vida cotidiana, falariam dessa maneira. Felizmente, o filme não se limita a reciclar os acertos da obra de 2010, muito superior (a trilha sonora de Alexandre Desplat é totalmente original), permitindo que ele caminhe com as próprias pernas. Isso não significa que as comparações deixarão de existir, mas o problema maior é que o conteúdo apresentado não é particularmente interessante nem revelador. As atuações variam de razoáveis a medíocres, e a obra passa a sensação de ter chegado com cinco anos de atraso. Um filme que provoca reviradas de olhos; tem boas intenções, mas provavelmente não receberá muitas curtidas ou compartilhamentos.”
THE SOCIAL RECKONING is an old-fashioned investigative journalism drama from Aaron Sorkin examining the dangers and manipulations of Facebook, as they prioritize profits over people at an alarming rate of growth. As usual with Sorkin, it moves at a good pace, plowing through facts and figures at a mile a minute while delivering colorful dialogue that occasionally makes you laugh, though mostly because you know there’s no world in which actual human beings, either online or in real life, would ever talk like this. Thankfully, the film doesn’t simply recycle what worked in the far superior 2010 film (Alexandre Desplat’s score is entirely original), allowing it to stand on its own. That doesn’t mean the comparisons will stop but the far greater problem is that what’s here is neither particularly interesting nor revelatory. The performances range from fine to mediocre, while the material feels like it’s arriving five years too late. An eye-rolling film with good intentions but will probably not receive many likes or re-shares.
— Matt Neglia @NYFF (@NextBestPicture) October 5, 2026
“‘O Outro Lado das Redes’, de Aaron Sorkin, é uma homenagem eletrizante à arte aparentemente perdida do jornalismo investigativo de campo, capaz de fazer você querer abandonar o Facebook. É também uma avaliação contundente de Mark Zuckerberg.”
Aaron Sorkin’s #TheSocialReckoning is a pulse-pounding “All the President’s Men”-level tribute to the seemingly lost art of shoe-leather journalism that will make you want to quit Facebook. It also is a harsh assessment of Zuckerberg. https://t.co/PpDqazYB24
— G. Allen Johnson (@BRfilmsAllen) September 29, 2026
“‘O Outro Lado das Redes’ é uma obra de drama jornalístico envolvente e instigante, no estilo que Aaron Sorkin domina tão bem. Jeremy Strong está soberbo, enquanto White e Madison exibem uma ótima química ao longo da trama. Embora não esteja exatamente no mesmo nível dos melhores trabalhos de Sorkin, a obra é cada vez mais — e de forma aterrorizante — relevante.”
THE SOCIAL RECKONING is a compelling, thought-provoking piece of journalistic drama that Aaron Sorkin knows so well. Jeremy Strong is superb while White and Madison share great chemistry throughout. Not quite the level of Sorkin’s best, but increasingly and terrifyingly relevant https://t.co/acV82bm84k
— Movies with Epicz 🎥 (@EpiczLx) September 29, 2026
“‘O Outro Lado das Redes’ é um filme que jamais deveria ter sido comercializado em associação com ‘A Rede Social’. Essa estratégia não apenas cria expectativas elevadas demais, como também transmite uma imagem equivocada da obra. Trata-se de um filme político que remete mais ao seriado ‘The Newsroom’ do que a qualquer outra coisa. Embora Jeremy Allen White entregue a melhor atuação de sua carreira e o roteiro de Sorkin esteja em sua melhor forma, o Zuckerberg de Jeremy Strong soa como uma caricatura — e, curiosamente, uma que, a meu ver, o filme ganharia muito se eliminasse. Não é, de forma alguma, um filme ruim, mas é uma obra prejudicada pelas expectativas geradas ao ser apresentada como sucessora espiritual de uma das melhores cinebiografias de todos os tempos.”
THE SOCIAL RECKONING is a film that should never have been marketed in connection with THE SOCIAL NETWORK. It not only sets too high an expectation but also misrepresents this film. This is a political film that feels more in line with ‘The Newsroom’ than anything else. While Jeremy Allen White puts in a career best performance and Sorkin’s writing is on top form. Jeremy Strong’s Zuck feels like a caricature and weirdly one that I feel the film would greatly benefit from removing. This is by no means a bad movie but one heavily let down by the expectations that come from making a spiritual successor to one of the best biopics of all time.
— DawsOn… (@DawsBear) September 29, 2026
Jeremy Strong estrelará oficialmente como Mark Zuckerberg, substituindo Jesse Eisenberg.
O elenco ainda contará com Mikey Madison, Jeremy Allen White, Bill Burr, Wunmi Mosaku, Aidan Laprete, Kelley Pereira e Nelson Franklin.
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Enquanto o drama aclamado de 2010 explorava a criação do Facebook (agora Meta), esta nova produção, desenvolvida com base na série de artigos “The Facebook Files” de Jeff Horwitz no The Wall Street Journal, focará nos efeitos negativos da rede social.
O filme abordará como os relatórios internos da Meta apontavam os malefícios que a plataforma causava em adolescentes e crianças, seu conhecimento sobre a disseminação de desinformação que gerava violência, e sua contribuição para a insurreição violenta de 6 de janeiro de 2021 no Capitólio dos EUA.
O roteirista Aaron Sorkin, que também irá dirigir a continuação, buscou por anos o “ângulo certo” para dar prosseguimento à história, encontrando nova inspiração após os eventos de 6 de janeiro. Fontes indicam que o projeto é mais um acompanhamento do que uma continuação direta do original.
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As filmagens estão previstas para começar ainda este ano, em Vancouver.
O novo projeto está em desenvolvimento com produção de Todd Black, Peter Rice, Sorkin e Stuart Besser.
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