Omoda 7 HEV: nova versão híbrida de entrada tem 217 cv e faz 20,4 km/l; veja quando estreia no Brasil



A Omoda & Jaecoo abriu a ficha técnica do aguardado Omoda 7 SHS-H, nova versão do SUV que busca seduzir os motoristas que querem um híbrido que não dependa de recargas e que está com lançamento no Brasil confirmado para 2027.

A estratégia do projeto baseia-se em um conjunto mecânico híbrido pleno como o do Omoda 5, mas com a vantagem de ter uma bateria quase três vezes maior. Isso pode proporcionar não apenas uma maior assistência ao motor a combustão, como também o torque elétrico instantâneo por mais tempo.

Como funciona o conjunto mecânico híbrido do Omoda 7?

O SUV de tração dianteira entrega potência combinada de 217 cv e torque máximo de 28,1 kgfm – contra 224 cv e 30,1 kgfm do Omoda 5. Seu motor 1.5 turbo com injeção direta gerar 143 cv (135 cv no Brasil) e 21,9 kgfm, a um propulsor elétrico integrado ao câmbio DHT de uma marcha, responsável pelos números de pico e pela tração do carro em boa parte do tempo.

(Fernando Pires/Quatro Rodas)
Continua após a publicidade

Essa integração com a bateria de 5,1 kWh reflete no desempenho do modelo chinês. Segundo a fabricante, o veículo vai de 0 a 100 km/h em 7,5 s, com a velocidade máxima eletronicamente limitada aos 179 km/h nas rodovias. É mais rápido que a versão híbrida plug-in atualmente à venda no Brasil, o Omoda 7 SHS-P, que cumpre o zero a 100 km/h de 8,4 s de acordo com a marca – mas que fez 8,2 s em nosso teste.

Apesar da bateria maior – a capacidade da bateria do Omoda 5 HEV é de 1,8 kWh -, ainda é a energia das reduções de velocidade e frenagens o que recarrega a bateria. Na verdade, o carro pode regenerar ainda mais do que aqueles híbridos com baterias menores. Outra premissa é o carro se comportar como um carro elétrico por mais tempo, especialmente no trânsito urbano.

SUV branco moderno, com teto preto e rodas esportivas escuras, estacionado de perfil em uma rua asfaltada, com um muro de tijolos cinzas ao fundo
(Fernando Pires/Quatro Rodas)
Continua após a publicidade

Junto com a bateria maior, estreiam funções novas para um híbrido pleno. É possível usar a carga do acumulador para ligar equipamentos externos somando até 2200W via V2L. Ele também é capaz de manter a climatização funcionando em longas paradas, como uma pernoite em um camping, ou de manter as câmeras ao redor do carro ativas como parte de um sistema de vigilância do carro.

Qual é o consumo de combustível e as dimensões do SUV?

Os dados de fábrica apontam consumo combinado de 20,4 km/l no ciclo de testes NEDC. Apoiado por um tanque convencional de 51 litros, a marca garante uma autonomia total superior à marca dos 1.000 km, reforçando a aptidão para quem precisa viajar em família sem paradas constantes para abastecimento ou recarga.

Continua após a publicidade

Interior de um carro moderno com volante preto multifuncional e logo OMODA. Dois displays digitais: um menor atrás do volante mostrando informações do veículo, e outro maior à direita exibindo uma paisagem noturna com montanhas, lago e uma barraca iluminada. O console central possui acabamento escuro e detalhes prateados, com bancos de couro pretos visíveis
(Fernando Pires/Quatro Rodas)
Continua após a publicidade

Tanto no design quanto nas dimensões o Omoda 7 HEV é idêntico ao PHEV. O modelo tem 4,66 m de comprimento, 1,87 m de largura, 1,67 m de altura e entre-eixos de 2,72 m. É um SUV médio tradicional, mas com design bastante diferente em um segmento com tantos carros parecidos. 

O lançamento do Omoda 7 híbrido pleno no Brasil está confirmado para 2027. Como tem bateria menor, a tendência é que assuma um posto de versão de entrada, ocupando a faixa entre os R$ 200.000 e R$ 225.000, onde figuram o GAC GS4 e as versões híbridas plenas do GWM Haval H6.



Source link


Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *