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A ofensiva de Vorcaro contra Estado brasileiro na Comissão Interamericana de Direitos Humanos

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Resumo gerado por ferramenta de IA treinada pela redação da Editora Abril.
Os advogados de Daniel Vorcaro acionaram a Comissão Interamericana de Direitos Humanos para denunciar o Estado brasileiro por supostas violações aos seus direitos.
A defesa do ex-banqueiro do Master reclama que ele está preso sem a apresentação de nenhuma denúncia formal nos inquéritos em que ele é suspeito de fraudes financeiras bilionárias, corrupção, lavagem de dinheiro e organização criminosa.
“Até hoje não há denúncia nem ação penal. A revisão da prisão a cada 90 dias, que a lei brasileira torna obrigatória, não foi feita”, afirmam os advogados Sergio Leonardo e Engels Muniz.
Preso preventivamente desde março, Vorcaro foi indiciado nesta semana pela PF no caso das negociações entre o Master e o BRB.
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Ao mencionar a crise do STF, os advogados alegam que Vorcaro tem negado o acesso à Justiça e não tem foro privilegiado para que os inquéritos contra ele sejam processados no Supremo.
“Por mais de um mês e meio, a presidência afirmou que o relator continuava o mesmo; o gabinete do relator informou que os atendimentos estavam suspensos; e o próprio relator, em ofício à Presidência noticiado pela imprensa, registrou que o deslocamento dos autos inviabilizava qualquer decisão sua, sem obter resposta”, argumenta a defesa do ex-banqueiro.
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Nesta semana, o presidente do STF, Edson Fachin, determinou que o caso Master seja mantido sob a sua responsabilidade pelo prazo máximo de 90 dias.
Os advogados de Vorcaro demonstraram revolta com os vazamentos do conteúdo dos celulares do ex-banqueiro, que estariam “sob a guarda do Estado”.