Os esportes têm a capacidade de mudar vidas, especialmente quando jovens ganham a oportunidade conhecer histórias reais de superação, dedicação e conquistas.
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Os esportes têm a capacidade de mudar vidas, especialmente quando jovens ganham a oportunidade conhecer histórias reais de superação, dedicação e conquistas.
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Nesse contexto, o projeto Mulheres que Lutam promoveu uma roda de conversa com a sensei, ex-atleta olímpica e professora de Educação Física Andressa Fernandes. Nele foi proporcionado às participantes um momento de inspiração e troca de vivências.
Durante o encontro, Andressa compartilhou sua história no judô, relembrando que sua carreira nasceu da paixão pelo esporte e não da busca por resultados.
Ao falar sobre sua caminhada, ela destacou como a dedicação diária foi extremamente importante para alcançar o alto rendimento e representar o Brasil nas Olimpíadas.
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Eu não entrei no judô sonhando em ser atleta olímpica. Eu simplesmente amava treinar. Quando não podia ir, ficava muito triste, e as férias eram difíceis porque significava ficar longe do tatame. Foi essa paixão pelo esporte que, aos poucos, se transformou em dedicação e abriu caminho para tudo o que conquistei na minha carreira.
Além de compartilhar sua própria história, a ex-atleta reforçou às alunas valores como disciplina, respeito, perseverança e confiança.
Dessa forma, ela demonstrava que o esporte vai muito além das competições, podendo também ser uma ferramenta para o desenvolvimento pessoal e para a construção de sonhos.
Para a coordenadora do projeto, Andrea Berti, a presença de mulheres que construíram trajetórias de destaque no esporte é fundamental para fortalecer a autoestima e ampliar as perspectivas das participantes.
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“A presença da Andressa foi muito importante por aproximar as alunas de uma ex-atleta olímpica que vivenciou os desafios e as conquistas do esporte de alto rendimento. Ao compartilhar sua trajetória, ela mostrou que disciplina, perseverança e confiança podem transformar sonhos em realidade, inspirando as meninas a acreditarem no próprio potencial”, destaca Andrea Berti.
O Projeto Mulheres que Lutam é uma iniciativa do Instituto Projeção. Ela é viabilizada por meio da Lei Federal de Incentivo ao Esporte, com patrocínio da Brasil Terminal Portuário e da Ecorodovias.
Assim, o projeto atua no contraturno escolar, voltado a meninas de 6 a 18 anos. Ele utiliza o judô como ferramenta de inclusão, formação cidadã e fortalecimento de valores que acompanham as alunas dentro e fora da escola.